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Ipor, 19 de Novembro de 2018


27/07/2018: PF divulga resultado da ao que prendeu empresrios em Umuarama
 


     Pai e filho, empresários de Umuarama presos pela PF numa operação desencadeada na quarta-feira (25), serão ouvidos em audiência de custódia na tarde desta quinta-feira (26) na Justiça Federal responsável pela Comarca de Guaíra. A investigação foi inicialmente realizada por agentes da Polícia Federal de Maringá.

     O delegado Alexander Dias, comandante da ação, divulgou na manhã desta quinta-feira (26), o resultado da operação policial que averiguou situações de contrabando e adulteração de chassis de veículos roubados numa oficina anexa a uma empresa distribuidora de peças automotivas, situada às margens da rodovia PR 323 em Umuarama.

     Segundo Dias, foram apreendidas sete carretas - todas com chassis adulterados e remarcados. “Duas delas tinham inclusive a mesma numeração e uma sétima carreta permaneceu na oficina. A filha do proprietário da empresa foi deixada como fiel depositária”, explica o delegado.

     Além das carretas, ainda foram apreendidos seis motores de caminhões – todos com numeração adulterada –, um caminhão tanque bitrem que armazenava cerca de 600 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai e um caminhão Ford Cargo com 112 pneus também contrabandeados.

     O delegado ressalta ainda que foram apreendidas quatro caminhonetes de propriedade dos empresários presos. Nenhum destes veículos estav registrado em seus nomes. “Nós investigados também o crime de lavagem de dinheiro, por isso apreendemos também estes quatro veículos que seriam dos empresários”, revela.

     Dias aponta ainda que apesar de a ação ter sido desencadeada pela Polícia Federal de Maringá, o inquérito será instaurado pela Delegacia da PF de Guaíra, para onde todos os veículos apreendidos foram levados, bem como os dois presos, que aguardam a audiência de custódia, onde a Justiça decidirá se permanecerão recolhidos ou responderão ás acusações de contrabando, adulteração de sinal identificador de veículo, receptação, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

     A oficina visitada pela PF funcionava como fachada para um entreposto criminal, onde veículos roubados tinham suas características adulteradas e onde também funcionava um ponto de recebimento e distribuição de contrabando. Apesar de a oficina ter sido citada como entreposto do crime organizado continuou a funcionar normalmente no decorrer desta quinta-feira.

 




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